Experiência do equalizador de música da Smirnoff

O cenário:

Hoje em dia, é fácil achar que a igualdade de gênero está bastante estabelecida no mundo da música. Pois a Smirnoff decidiu provar que as coisas não são bem assim. Para isso, conduziu uma pesquisa que encontrou os seguintes resultados, bastante alarmantes: até 2016, apenas 17% dos artistas principais de festivais de música eletrônica eram mulheres, só 5% dos produtores reconhecidos no cenário internacional são mulheres e apenas três mulheres receberam o Mercury Prize desde que a premiação foi criada, em 1992.

A proposta:

Assim surgiu o Equalizador, um gerador de playlists que se conectava à conta do Spotify de um usuário e analisava os gêneros dos artistas que ele andava escutando. Seja qual fosse o resultado, os ouvintes recebiam uma playlist mais igualitária, e, ainda assim, personalizada para seus gostos musicais. A Smirnoff ainda acrescentou um controle caso os usuários quisessem que a playlist tivesse mais artistas de um gênero ou de outro.

A mágica:

O mecanismo do Equalizador podia até ser complexo, mas o que ele fazia era bem simples: simplesmente analisava os dados de streaming dos usuários que acessavam o microsite e revelava que porcentagem dos artistas que eles vinham ouvindo era do gênero masculino ou feminino (ou não binário).

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